- TRABALHADORES DA RODOVIÁRIA DE LISBOA VÃO ENTRAR EM LUTA
- DESEMPREGO É UM FLAGELO
- Em unidade lutar pela defesa dos acordos
- O SITAVA estabeleceu um protocolo com a TMN para contratos de voz e banda larga móvel
- Torneio de FUTSAL do SITAVA
- Para reduzir salários, administração da CP rompe acordo de 2011
- (In)Segurança Marítima e Portuária
Greve na Rodoviária de Lisboa
Os trabalhadores da Rodoviária de Lisboa decidiram em plenário, marcar uma greve de 24 horas para o próximo dia 1 de Junho, com a realização de um plenário em Santa Iria às 11 horas desse dia.
A razão desta luta prende-se com o facto de, na resposta à proposta de revisão do acordo de a administração, não atender nenhuma reivindicação sindical, pretender adiar a discussão doa aumentos salariais, apesar de ser ume emprega com lucros e pretender retomar uma proposta de novo acordo de empresa que significaria um retrocesso nas relações de trabalho, com imensos prejuízos para os trabalhadores.
Ferroviários retomam greve ao trabalho extraordinário
Foi entregue na CP e CP-Carga um pré-aviso de greve ao trabalho extraordinário, ao trabalho em dia de descanso e feriado, com efeitos a partir de 29 de Maio, que é a resposta à atitude das administrações destas empresas “romperem” o acordo firmado em 9 de Junho do ano passado sobre o pagamento do trabalho extraordinário e em dia de feriado ou descanso semanal, de acordo com o estabelecido no Acordo de Empresa.
Greve no sector aéreo
Decorre ao longo do dia de hoje uma greve em diversas empresas do sector aéreo (ANA, ANAM, PORTWAY, NAV, TAP, LFP, UCS, PGA, MEGASIS, SATA Açores, SATA Internacional, SATA Gestão Aeródromos), durante a qual os trabalhadores, mais uma vez, assumem o seu protesto e repúdio contra o roubo nos salários e contra as políticas de austeridade.
Greve no sector aéreo
Parem de roubar quem trabalha! Estamos hoje confrontados com a redução do nosso rendimento devido ao roubo dos salários, ao aumento do custo de vida, ao aumento dos custos da saúde e da educação, ao ataque da legislação laboral e ao forte agravamento fiscal do IVA e do IRS.
Greve paralisa Metropolitano
Os trabalhadores do metro, em protesto contra o roubo dos salários e pela negociação colectiva iniciaram e pela defesa do serviço público, ameaçado com as propostas de fusão das empresas, iniciaram, hoje, um processo de dois dias de greves parciais, que continuará no próximo dia 22 de Maio. Neste dia de greve registou-se uma forte adesão dos trabalhadores que paralisou, totalmente, a actividade da empresa no período da manhã.Persistir na defesa dos direitos
A SCOTTURB mantém uma prática de admissão de trabalhadores a prazo para postos de trabalho efectivos e sem justificação, substitui estes por outros em igual situação contratual, desrespeitando as regras dos contratados a prazo, insistindo nesta prática ilegal que confere aos trabalhadores que vêm denunciados os seus contractos de trabalho sem razão objectiva, o direito à sua reintegração.
Porque lutam os trabalhadores do Metro?
Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, EPE, vão levar a cabo duas greves nos próximos dias 17 e 22 de Maio, no período compreendido entre as 05h30 e as 10h00.





