
FECTRANS - Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações
Metro - trabalhadores ratificam a necessidade de continuar a luta
A saga dos cortes salariais em 2012 é ainda mais brutal do que a que sofremos no ano passado, o ataque não pára e vai continuar para eliminar os Acordos de Empresa e dispensar trabalhadores. Cabe-nos assumir uma atitude de mobilização e esclarecimento, para dinamizar a resposta que se impõe a fim de levar o Governo a recuar tal como aconteceu com os horários que pretendia aplicar para o encerramento do ML e que, se tal acontecesse aumentaria o número de trabalhadores dispensáveis.
Por condições de trabalho na cidade de Lisboa - Carta aberta à CML
Há muito que a FECTRANS tem procurado junto das empresas e da Câmara Municipal de Lisboa, que sejam tomadas medidas para se criarem condições para os trabalhadores rodoviários (autocarros, táxis, etc) que laboram na cidade de Lisboa, nomeadamente ao nível da existência de sanitários, o que até agora não teve resposta, pelo que foi enviada uma carta aberta ao presidente e vereadores da CML.
Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa aprovaram empenhamento na greve de dia 2 de Fevereiro
Os trabalhadores do metropolitano de Lisboa, por convocatória de todas as estruturas representativas dos trabalhadores da empresa, aprovaram a seguinte moção:
O AE da PT-C continua em vigor
Os trabalhadores do Grupo PT em geral e os da PT-C em particular, têm sido altamente prejudicados com a gestão “Bávara”:Falta de respeito pela negociação coletiva, com atitudes de desprezo pelos Sindicatos. Prova disso foram os “roadshows” para comunicação ou baralhação dos trabalhadores acerca de um hipotético modelo de carreiras, sem informar previamente os Sindicatos.
Mantêm-se as razões para a luta dos trabalhadores dos transportes
A luta dos trabalhadores das empresas públicas mantém-se actual e ganhou nova dimensão com o resultado do acordo do governo+patronato+UGT.
Governo aligeira a sua proposta de redução de serviços
Perante o forte protesto de utentes, trabalhadores e autarquias, o governo aligeirou a sua proposta de redução de serviços, deixando cair a maior dos cortes anunciados, mas mantendo o princípio de redução de serviços.
Acordo governo, patronato e UGT = roubo aos trabalhadores
O acordo tripartido assinado pelo Governo, patronato e UGT , em sede de concertação social (de social teve pouco ou nada), representa um ataque claro aos direitos dos trabalhadores, em nome da inevitabilidade, e nada traz de benéfico para quem trabalha. Este acordo é uma cedência clara aos interesses do grande patronato, que encontra a defesa dos seus interesses no governo.
