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Governo ao não cumprir acordos, empurra os trabalhadores para a luta
Para além do trabalho de esclarecimento e mobilização que se deve fazer de forma autónoma em cada empresa, há necessidade de recorrer à luta na CP, IP-Infraestruturas de Portugal, IP-Telecom, IP-Engenharia, IP-Património e EMEF, na forma de greve de 24 horas no dia 7 de Dezembro próximo. -
Luta dos estivadores - Governo coloca-se no lado da ilegalidade
A FECTRANS repudia a atitude do Governo em mandar a policia apoiar a acção de furar a luta dos estivadores do porto de Setúbal, que lutam por verem reconhecido o seu direito a um contrato de trabalho efectivo, porque estão a ocupar postos de trabalho permanentes. -
Solidariedade com os motoristas bloqueados em França
A FECTRANS manifesta a solidariedade com os trabalhadores motoristas de transporte pesado de mercadorias que, nestes dias, têm tido problemas na sua actividade devido aos protestos em França e reivindica-se das entidades patronais que tomem as medidas necessárias para minorar os efeitos dos constrangimentos com que os trabalhadores estão confrontados. -
Governo não respeita acordos, trabalhadores respondem com a luta
Organizações representativas dos trabalhadores da CP, IP e EMEF – Sindicatos e Comissões de Trabalhadores – reuniram e perante o não cumprimento por parte do governo dos acordos firmados, decidiram apelar aos trabalhadores das três empresas para uma resposta convergente, na forma de greve no dia 7 de Dezembro. -
O CCTV passou a ter força de lei
Depois da publicação do CCTV no BTE- Boletim de Trabalho e Emprego, foi publicada a portaria de extensão, a partir da qual há as seguintes implicações: -
Respeito pelas funções dos trabalhadores da Carris
A Câmara Municipal de Lisboa decidiu alargar o âmbito da actividade da Carris, á fiscalização do trânsito na cidade, sem explicar como o vai fazer, pelo que deixa dúvidas de quais os trabalhadores que irá afectar a esta decisão, já que nenhuma das actuais categorias de trabalhadores da Carris tem no seu conteúdo funcional qualquer obrigação de fiscalizar o trânsito na cidade.
A subida do salário e restante matéria pecuniária, e a unificação das relações de trabalho, s [ ... ]
Leia mais ...Delegações das organizações de trabalhadores da IP – Sindicatos e CT –estiveram hoje em fren [ ... ]
Leia mais ...A FECTRANS – Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações, estrutura sectorial da CG [ ... ]
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Trabalhadores realizaram uma das mais belas e impressionantes jornadas de luta
Nov 19, 2018 | 15:04 pmFoi com a luta que resistimos às sucessivas ofensivas, defendemos e conquistamos direitos, melhoramos as nossas condições de vida e de trabalho. É com a luta que vamos avançar nos direitos; valorizar os trabalhadores; por um Portugal de progresso e[…]
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O ataque patronal na Petrogal vai ter resposta à altura
Nov 22, 2018 | 10:57 amNos plenários de Outubro, os trabalhadores da Petrogal mandataram a comissão sindical negociadora para marcar greve. No dia 15 de Novembro, o aviso foi levado ao Governo. Para dia 28 estão agendadas reuniões decisivas.Sentindo-se protegida pelo Governo nos seus desmandos,[…]
2. Um brutal roubo aos trabalhadores. A REFER gastou menos 13,1 Milhões de Euros em remunerações (uma redução de 14,9%). Em parte devido à redução de trabalhadores mas o essencial devido às reduções de salários praticadas por via dos roubos consignados no OE2011. Estes 13,1 Milhões que roubou aos trabalhadores da empresa é menos de metade do que gastou em rescisões "amigáveis", levando a que as despesas com pessoal tenham crescido, agravando o resultado líquido da empresa à custa de pagar menos para trabalhar e pagar mais para despedir!
3. "Graças" às medidas do PET, registou-se uma diminuição de tráfego que afectou as receitas da REFER em taxas de utilização fazendo-as diminuir 5% de 61,4 para 58,1 Milhões de Euros. E a indeminização compensatória mantém-se igual - de 35,9 para 36 milhões de euros. Ou seja, o Estado continua a subfinanciar a operação da REFER, e a impor-lhe o recurso ao endividamento para a suportar.
4. Apesar da diminuir o consumo de energia em 5%, a REFER gasta em 2011 mais 1,2 Milhões de Euros em electricidade (de 9 para 10,2, um aumento de 13,3%), juntando-se a toda a economia nacional que está a ser sugada pelas multinacionais que se apropriaram do sector energético.
5. O investimento realizado pela REFER em Infraestruturas de Longa Duração (ILD's) foi muito inferior ao de anos anteriores, mas continuou a ser suborçamentado. De um investimento total de 268,8 mihões de euros, o Orçamento de Estado só garantiu 7 Milhões (2,5%), os fundos comunitários garantiram 61,6 Milhões (23%) e diferentes protocolos garantiram 5,7 Milhões (2,1%). Os restantes 194,5 Milhões (72,4%) teve a REFER que garanti-los por via de mais endividamento! Ou seja, mais uma vez o Governo mandou fazer as obras e não as pagou! E também importa perceber que obras mandou o Govero a REFER executar e pagar: 27,1 Milhões de Euros nas Empreitadas Preparatórias para a Alta Velicidade; 75,3 Milhões na Ligação Ferroviária do Porto de Sines a Espanha; 2 Milhões na Ligação Ferroviária ao Porto de Aveiro; 33,4 Milhões nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto; 26,9 Milhões no Sistema de Mobilidade do Mondego.
6. Para colocar as contas no vermelho contribui ainda, e muito, a actividade financeira, ou seja, a gestão da dívida que os sucessivos Governos colocaram na REFER. O resultado financeiro agrava-se de -41,4 para -72,3 Milhões de Euros. Mas apesar da engenharia com que tentam mascarar a realidade das empresas públicas, um facto incontornável explica para onde está a ir o dinheiro - os juros com empréstimos crescem de 137 Milhões de euros para 192,6 milhões de euros.
7. Em resumo. A Refer pagou muito menos aos seus trabalhadores e despediu 630 deles. Mas como vendeu menos serviços por decisão do Governo, como continuou a fazer obras a mando do governo sem deste receber as respectivas verbas, como continuou a praticar taxas de utilização comparticipadas mas sem receber a devida comparticipação, e ainda teve de pagar quase 200 milhões em juros, a REFER agravou o seu resultado líquido para 162,1 Milhões de Euros negativos. Como para 2012 a solução do Governo é a mesma de 2011 (roubar mais aos trabalhadores), o quadro será ainda pior! E como nas restantes empresas públicas, os trabalhadores não estão a fazer sacrifícios para ajudar as empresas ou o país – estão a ser roubados, contribuindo para alimentar a banca e demais parasitas que estão a destruir o país.
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Nova alteração ao regime das reformas antecipadas – DL 73/2018, de 17 de setembro
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Na sequência de uma Proposta do Governo, apresentada no passado mês de agosto, foi publicado o Decreto-Lei 73/2018, de 17 de setembro, que introduz nova alteração no regime das reformas antecipadas – trata-se de uma pequena alteração que visa colmatar[…]
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Trabalhadores independente - Alteração dos regimes de protecção social
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Foi publicado – com entrada em vigor a 1 de Julho – o Decreto-Lei 53/2018, que institui um conjunto de novas regras nos regimes da protecção social na doença, no desemprego e na parentalidade, no sentido de melhorar a protecção[…]
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Prevenção de riscos no trabalho
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Risco e prevenção é um programa da RTP de pequeno formato (cerca de 3 minutos) sobre a prevenção de riscos. Entrevista com Fernando Gomes da Comissão Executiva da CGTP-IN.
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Os desafios globais da SST na era do digital
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O sistema económico em que vivemos, tende a desumanizar cada vez mais o trabalho, colocando o trabalhador atrás dos interesses das organizações, do lucro e do resultado e, neste ambiente utilitarista, assistimos ao surgimento (e ressurgimento) de problemas de saúde[…]


Com convite a todas as organizações de trabalhadores das empresas referiras, realizou-se uma reunião, no passado dia 16, em Coimbra, tendo-se concluído que estamos perante uma posição de não cumprimento que o governo fez com as organizações sindicais e que[…]
NOVO CCTV PARA OS TRABALHADORES DO SECTOR DE MERCADORIASNo BTE nº 34 do passo dia 15 foi publicado o texto do CCTV do sector rodoviário de mercadorias, assinado entre a ANTRAM e a FECTRANS, que a partir dessa data passa[…]



