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  • O ataque patronal na Petrogal vai ter resposta à altura

    Nov 22, 2018 | 10:57 am

    Nos plenários de Outubro, os trabalhadores da Petrogal mandataram a comissão sindical negociadora para marcar greve. No dia 15 de Novembro, o aviso foi levado ao Governo. Para dia 28 estão agendadas reuniões decisivas.Sentindo-se protegida pelo Governo nos seus desmandos,[…]

2. Um brutal roubo aos trabalhadores. A REFER gastou menos 13,1 Milhões de Euros em remunerações (uma redução de 14,9%). Em parte devido à redução de trabalhadores mas o essencial devido às reduções de salários praticadas por via dos roubos consignados no OE2011. Estes 13,1 Milhões que roubou aos trabalhadores da empresa é menos de metade do que gastou em rescisões "amigáveis", levando a que as despesas com pessoal tenham crescido, agravando o resultado líquido da empresa à custa de pagar menos para trabalhar e pagar mais para despedir!

3. "Graças" às medidas do PET, registou-se uma diminuição de tráfego que afectou as receitas da REFER em taxas de utilização fazendo-as diminuir 5% de 61,4 para 58,1 Milhões de Euros. E a indeminização compensatória mantém-se igual - de 35,9 para 36 milhões de euros. Ou seja, o Estado continua a subfinanciar a operação da REFER, e a impor-lhe o recurso ao endividamento para a suportar.

4. Apesar da diminuir o consumo de energia em 5%, a REFER gasta em 2011 mais 1,2 Milhões de Euros em electricidade (de 9 para 10,2, um aumento de 13,3%), juntando-se a toda a economia nacional que está a ser sugada pelas multinacionais que se apropriaram do sector energético.

5. O investimento realizado pela REFER em Infraestruturas de Longa Duração (ILD's) foi muito inferior ao de anos anteriores, mas continuou a ser suborçamentado. De um investimento total de 268,8 mihões de euros, o Orçamento de Estado só garantiu 7 Milhões (2,5%), os fundos comunitários garantiram 61,6 Milhões (23%) e diferentes protocolos garantiram 5,7 Milhões (2,1%). Os restantes 194,5 Milhões (72,4%) teve a REFER que garanti-los por via de mais endividamento! Ou seja, mais uma vez o Governo mandou fazer as obras e não as pagou! E também importa perceber que obras mandou o Govero a REFER executar e pagar: 27,1 Milhões de Euros nas Empreitadas Preparatórias para a Alta Velicidade; 75,3 Milhões na Ligação Ferroviária do Porto de Sines a Espanha; 2 Milhões na Ligação Ferroviária ao Porto de Aveiro; 33,4 Milhões nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto; 26,9 Milhões no Sistema de Mobilidade do Mondego.

6. Para colocar as contas no vermelho contribui ainda, e muito, a actividade financeira, ou seja, a gestão da dívida que os sucessivos Governos colocaram na REFER. O resultado financeiro agrava-se de -41,4 para -72,3 Milhões de Euros. Mas apesar da engenharia com que tentam mascarar a realidade das empresas públicas, um facto incontornável explica para onde está a ir o dinheiro - os juros com empréstimos crescem de 137 Milhões de euros para 192,6 milhões de euros.

7. Em resumo. A Refer pagou muito menos aos seus trabalhadores e despediu 630 deles. Mas como vendeu menos serviços por decisão do Governo, como continuou a fazer obras a mando do governo sem deste receber as respectivas verbas, como continuou a praticar taxas de utilização comparticipadas mas sem receber a devida comparticipação, e ainda teve de pagar quase 200 milhões em juros, a REFER agravou o seu resultado líquido para 162,1 Milhões de Euros negativos. Como para 2012 a solução do Governo é a mesma de 2011 (roubar mais aos trabalhadores), o quadro será ainda pior! E como nas restantes empresas públicas, os trabalhadores não estão a fazer sacrifícios para ajudar as empresas ou o país – estão a ser roubados, contribuindo para alimentar a banca e demais parasitas que estão a destruir o país.

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