Cabecalho Sindicaliza Te 2020


 

CartazGreveCTT 29Maio 12JunPor mais que inventem, escrevam e mandem dizer, os CTT poupam 1.900.000,00€ por ano com o cartão de refeição.

Descobriram agora a pólvora e desculpando-se com a pandemia querem impingir um cartão de refeição, com o qual poupam 1.900.000,00€ por ano.

Os accionistas, sobretudo os maioritários alguns dos quais estiveram ligados à banca (seria um deles o Santander?), alguns directores que estiveram ligados a grandes superfícies (seria supermercados?), querem convencer que o cartão é uma panaceia para tudo e mais alguma coisa. Mas a verdade é que apenas tentam esconder que os CTT poupam 1.900.000,00€ por ano.

Embora pouco, os CTT tiveram no 1º trimestre deste ano um aumento de receitas de 1,700.000,00€ comparativamente com o mesmo período de 2019. “Ai que vem aí o lobo (pandemia)” gritam eles para justificar igualmente rescisões com agenciados, não renovação de contratos e não contratação para substituição de férias. Em nome da pandemia obrigam trabalhadores a gozar férias fora do seu período normal, trabalhadores a serem deslocados diariamente e carteiros a fazer 3 e 4 giros por dia, apesar de os CDP’s estarem atulhados de serviço. Claro que as correspondências que fazem parte do serviço postal universal estão confinadas nos CDP’s à espera de melhores dias. A causa claro está é a diminuição de despesas.

Mas o que interessa é poupar 1.900.000,00€ por ano.

O serviço público de correios está entregue a gestores e accionistas que apenas pensam em poupar 1.900.000,00€ por ano e a consolidar e expandir o serviço bancário.

Para os trabalhadores a quem apelidam pejorativamente de “colaboradores, reservam a política do quero posso e mando, da falta de condições de trabalho e violando as regras, leis e acordo de empresa.

Para a CE, AD e restante gestão o que interessa é poupar para dar aos accionistas, porque para melhorar o serviço e proporcionar melhores condições de trabalho e melhores salários é que não é.

Grão a grão enche a galinha o papo. 1.900.000,00€ daqui, mais milhões de € em redução de postos de trabalho e na deterioração do serviço, darão certamente uma boa maquina para distribuir aos accionistas.

Os trabalhadores vão dar a resposta a tudo isto, nas greves nacionais de 29 de Maio e 12 de Junho.

E vão continuar também a lutar para que os CTT voltem para a esfera do Estado para que que haja correios de qualidade, postos de trabalho suficientes e salários justos.

1.900.000,00€ é também uma das razões da luta    

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