Geral
Para exigir mais trabalhadores e mais transportes, organizações de trabalhadores do sector dos transportes – Sindicatos e Comissões de Trabalhadores -, Organizações de Utentes e outras organizações sindicais, convocam os trabalhadores e utentes para a concentração a ter lugar no próximo dia 17 de Julho, pelas 17 horas, em frente à residência oficial do 1º Ministro, em Lisboa.
No dia 10 de Julho há razões para participarmos nesta manifestação contra as alterações da legislação laboral que estão a ser discutidas e que se traduzem:
Na Tribuna Pública hoje realizada, onde se denunciou que nas empresas públicas CP, EMEF, IP, ML, TRANSTEJO E SOLFUSA, foram reduzidos 4.823 trabalhadores nestes últimos 15 anos, foi anunciada a realização de uma concentração de trabalhadores e utentes, no próximo dia 17 de Julho, às 17 horas, junto à residência oficial do primeiro ministro.
A FECTRANS mais as Comissões de Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, da CP, da IP e da EMEF, promovem no próximo dia 25 de Junho de 2019, entre as 08h00m e as 10h30m, na estação do Cais do Sodré, em Lisboa, uma Tribuna Pública em defesa do Transporte Público.
Informamos que a Tribuna Pública anunciada para amanhã, foi adiada para um dia da próxima semana.
A FECTRANS enviou hoje a diversas organizações sindicais do Brasil, uma mensagem de solidariedade com os trabalhadores dos transportes e comunicações, por ocasião da Greve Geral que decorre hoje naquele País.
A FECTRANS e as Comissões de Trabalhadores das empresas públicas de transportes, que reuniram hoje, 5 de Junho, em Lisboa, concluíram que:
A FECTRANS endereçou um convite a todas as Comissões de Trabalhadores das empresas públicas de transportes, para uma reunião no próximo dia 5 de junho, pelas 14,30h.
Dando seguimento às linhas orientadoras da Carta Reivindicativa, aprovada no 4º Congresso, a FECTRANS lançou uma petição contendo a reivindicação da redução da idade legal de reforma, tendo em conta:
Os acontecimentos recentes na CP/EMEF e na SOFLUSA colocam novamente na ordem do dia, os problemas estruturais destas empresas que resultam, em grande parte na falta de trabalhadores, situação há muito identificada por nós, mas sem solução política por parte do governo.
Diversas lutas estão em preparação e ir-se-ão realizar neste mês de Maio:




