#gruemenu.grue

“…tomámos a iniciativa de enviar esta missiva para relatar e manifestar a nossa preocupação com um conjunto de factos que consideramos de extrema importância, que colocam em causa o serviço público oferecido à população da Área Metropolitana de Lisboa e que em nosso entender colidem até com questões de segurança, problemática pela qual o Metropolitano deve primar o seu serviço, que tem andado arredado da excelência a que habituou os seus utentes.”

Assim não podemos aceitar que se encontrem imobilizadas mais de 30 Unidades Triplas, das 111 que a empresa possui para utilizar no seu serviço de transporte. Tal situação implica uma supressão do número de comboios em linha aumentando o intervalo entre composições, o tempo de espera e o desgaste antecipado de alguns componentes do próprio material circulante”.

Todos sabemos que esta situação resulta de uma política de desinvestimento que pretendeu entregar o serviço público prestado pelo Metro a entidades privadas, onde foram cerceados todos os incrementos de capital para reposição e/ou substituição de equipamentos em final de vida, onde foram reduzidas as intervenções de manutenção do material circulante,  onde foram implementadas medidas de diminuição de efetivos, onde foram minoradas as intervenções ao nível do equipamento das estações (nomeadamente escadas mecânicas e elevadores), etc.

Sendo esta a verdade, não podemos deixar de recordar que o atual executivo governamental está em funções desde 2015, e apesar de já algo ter sido feito, muito ainda existe por realizar e o tempo urge, não se compadecendo com qualquer hesitação no planeamento do capital humano e material a que uma empresa estratégica (como o é o Metropolitano de Lisboa) tem que estar sujeita. Planeamento esse que nos parece ser muito deficiente, ou mesmo inexistente.

Neste oficio são identificadas um conjunto de situações que urgem resolver para melhorar o serviço prestado, tais como;

Falta de efetivos na área operacional da manutenção, levando à imobilização no imediato de mais de 30 UT’s – não sendo difícil prever o seu aumento para cerca de 40 UT’s a curto prazo;

Falta de materiais (peças/equipamentos) para reposição da operacionalidade dos comboios, nomeadamente ao nível das portas. A circulação com este tipo de avaria levanta questões muito graves relacionadas com a segurança dos passageiros;

Deficiente iluminação no cais e sujidade/inoperância dos monitores de apoio à tarefa de abertura/fecho de portas realizada pelo maquinista;

Estes são apenas alguns exemplos dos problemas que são uma preocupação constante de todos os que lidando com o público, tripulando comboios, fazendo a manutenção das infraestruturas e do material circulante, trabalham naquele que foi considerado durante vários anos, o melhor serviço de transporte. Porque deixou de o ser?

Tradução

ptenfrdeitrues

IPTRANS

Protocolo

Visitantes

Temos 169 visitantes e 0 membros em linha

Informação email

Agenda

No mês passado setembro 2018 Próximo mês
D Sb
week 35 1
week 36 2 3 4 5 6 7 8
week 37 9 10 11 12 13 14 15
week 38 16 17 18 19 20 21 22
week 39 23 24 25 26 27 28 29
week 40 30

Guia da parentalidade

Ponto Seguro