No contexto de calor extremo o SNTCT/FECTRANS exige medidas urgentes nos CTT, afirmando que “o vosso lucro não pode ser superior à nossa saúde, ou à nossa vida”.
Em comunicado o Sindicato denuncia que, apesar das medidas preventivas decretadas pela Protecção Civil devido às temperaturas extremas, os CTT continuam a expor trabalhadores a riscos graves, mantendo horários inadequados e locais de trabalho sem condições mínimas de segurança.
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT) acusa a administração dos CTT de ignorar as medidas de protecção impostas pela Protecção Civil perante a actual onda de calor extremo, colocando em risco a saúde e a vida dos trabalhadores.
No comunicado, o sindicato questiona “quanto vale o suor ou a morte de um trabalhador?”, denunciando que a empresa só reage quando ocorrem situações graves.
Como refere no comunicado: “a adaptação dos horários pode ser uma medida legítima e até necessária para proteger os trabalhadores durante períodos de calor extremo”.
O sindicato denuncia ainda que muitos locais dos CTT continuam sem ar condicionado ou com equipamentos avariados — como Cabo Ruivo, Famões, vários CDP e lojas em todo o país — agravando a exposição dos trabalhadores.
O SNTCT exige medidas urgentes, incluindo jornada contínua e adaptação imediata dos horários às condições climatéricas, afirmando que “o vosso lucro não pode ser superior à nossa saúde, ou à nossa vida” .
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